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5 doenças caninas para ter em mente quando procurar um plano de saúde

Os planos de saúde para pets são pensados para prevenir e tratar doenças que os nossos parceiros estão sujeitos com o passar dos anos. Desde as mais simples até as mais complexas, elas podem causar grande desconforto nos peludinhos afetados, caso o tratamento não seja rápido e eficaz. Para garanti-lo é fundamental ter uma equipe médica sempre à sua disposição e é por isso que os planos de saúde para pets vêm se popularizando cada vez mais entre as famílias com membros de quatro patas. 

Se você ainda não sabe muito bem quais são as doenças que podem afetar o seu pet, conheça hoje as doenças mais comuns em cães

Doenças comuns em cães 

Descubra as patologias mais comuns em cachorros, como tratá-las e preveni-las. 

 

  1. Sarna

Problema de pele extremamente comum entre cães, as sarnas podem ser altamente contagiosas tanto para outros cães quanto para humanos.

Existem, atualmente, três tipos de sarnas: sarcóptica, demodécica (ou sarna negra) e otodécica. 

A sarna sarcóptica é um dos tipos mais usuais de dermatose em cães e é causada pelo ácaro “Sarcoptes Scabiei”. Sendo extremamente contagiosa, ao afetar o doguinho, ela pode causar coceira, vermelhidão, quedas no pelo e espessamento da pele. Além disso, ela pode ser transmitida para humanos, causando sintomas semelhantes. 

Já a sarna demodécica, ou sarna negra, é transmitida pela mãe para os seus filhotes durante a amamentação e, infelizmente, não tem cura. O ácaro responsável pela doença pode viver normalmente na pele do cão, manifestando sintomas apenas quando o pet está com a imunidade baixa. Os principais sintomas da sarna negra, são: queda dos pelos, inflamação, espessamento da pele, vermelhidão e coceiras. 

Ainda que mais comuns em gatos do que cães, a sarna otodécica é causada por um parasita que habita o ouvido e a superfície da pele do animal. Comumente confundida com otite, esse tipo de sarna causa coceira, excesso de cera de coloração avermelhada ou marrom, feridas e mau cheiro, mas diferencia-se dela pelo fato de apresentar uma concentração ainda maior de cera. Ela pode ser transmitida para humanos e outros animais através do contato.

Prevenção: evitar o contato com cachorros (ou humanos) contaminados, higienização constante do ambiente, dar banho regulares em clínicas de confiança, fazer acompanhamento regular com um médico-veterinário.

Tratamento: O primeiro passo é realizar o diagnóstico com um médico veterinário. Na maioria dos casos, é possível eliminar a sarna com uso de antiparasitários específicos, medicamentos tópicos e banhos, com exceção à sarna negra, patologia incurável. 

 

  1. Erlichiose (doença do carrapato)  

A Erlichiose, popularmente conhecida como a doença do carrapato, é uma infecção causada por parasitas no sangue que podem causar sérias complicações para a saúde do seu cachorro. 

A condição pode chegar ao pet de duas formas: pela bactéria, erliquiose, ou um protozoário, babesiose. Uma vez no organismo, os dois microrganismos atacam células diferentes do pet, mas causam complicações semelhantes. 

A erliquiose ataca o sistema de defesa do cachorro (os glóbulos brancos) lentamente, induzindo o corpo do animal a destruir suas células de defesa. Os principais sintomas são comuns a uma infecção, como febre, falta de apetite e perda de peso. 

Enquanto isso, a babesiose ataca os glóbulos vermelhos e mostra rapidamente os primeiros sintomas. Eles geralmente são: anemia, mucosas (gengiva, olhos e interior dos genitais) amarelas ou pálidas e insuficiência renal aguda, além de possíveis sintomas de intoxicação, como desorientação e tontura. 

Prevenção: Como o causador da doença é o carrapato, a sua prevenção está diretamente ligada a ele. Evite locais em que as condições para ele se proliferar são favoráveis (lugares úmidos e quentes), invista em produtos carrapaticidas, além de realizar uma inspeção completa do seu pet sempre que for exposto a outros locais, como em passeios na rua.

Tratamento: É primeiro preciso confirmar o diagnóstico da doença do carrapato, assim como qual é o organismo responsável pela infecção. O tratamento é feito a partir da administração de antibióticos e antiparasitários, que devem ser prescritos exclusivamente pelo médico veterinário.

 

  1. Cinomose

Doença altamente infecciosa, a cinomose canina afeta cães – geralmente filhotes que não completaram o esquema vacinal -, através de um vírus presente na urina, fezes e secreções de cães já infectados. 

Nos estágios iniciais da doença, o vírus atinge o sistema digestório e o cão pode apresentar um quadro de diarréia. Com o avanço do vírus pelo organismo, ele passa a atingir o sistema respiratório e nervoso central, dessa forma o cão apresenta secreções amareladas, andar desorientado e tremores musculares que podem evoluir para crises de convulsões. Além disso, o cachorro afetado pelo vírus da cinomose pode apresentar apatia, perda de apetite, vômito, febre e paralisia. 

Prevenção: Realizar a vacinação completa e anual do cão com a V8, V10. Você pode conferir o calendário vacinal de cães completo no nosso blog

Tratamento: Infelizmente, não há cura para a cinomose. Assim, o tratamento foca em cuidar dos sintomas causados no pet com medicamentos para infecções secundárias no sistema digestório e respiratório, fluidoterapia e anticonvulsivante.

 

  1. Otite

Há diversos microorganismos que podem levar a um quadro de otite nos cães, como bactérias e fungos que já existem normalmente no animal, além de parasitas. Ela acontece em seu canal auditivo e gera grande desconforto no pet, fazendo com que ele coce em excesso a orelha, podendo até causar feridas. 

Pelo ouvido ser uma região úmida e quente, ela é propensa a esse tipo de proliferação de organismos que causam a otite. A otite é ainda mais comum quando a anatomia do cão faz com que suas orelhas sejam grandes e caídas, como é o caso do Cocker Spaniel, por exemplo. 

Prevenção: Garanta que, ao dar banho no seu cão, seus ouvidos estejam bem protegidos para que eles não fiquem úmidos. Além disso, não remova os pelos da orelha do cachorro, pois eles são essenciais para proteger o canal auditivo.

Tratamento: O tratamento para a otite geralmente é realizado com soluções e pomadas com ação antibacteriana, anti-inflamatória e antifúngica, eliminando sua causa e sintomas. 

 

  1. Papilomatose

E vamos de mais uma infecção causada por vírus. Desta vez, estamos falando da papilomatose, enfermidade causada pelo papilomavírus que se caracteriza pelo aparecimento de verrugas no focinho, próximo aos lábios, na gengiva ou garganta do cachorro. 

A infecção pelo papilomavírus ocorre no contato com secreções de um cão já infectado e pode ser mais comum em cães com o sistema imunológico deficiente ou em filhotes, cuja imunidade é mais frágil. 

De maneira geral, a papilomatose não é perigosa e não causa problemas de saúde para o cão, porém, caso elas não sejam tratadas com rapidez, a ulceração das verrugas pode levar a outras infecções

Prevenção: Evite o contato com cães infectados e invista no reforço do sistema imunológico do animal. 

Tratamento: O tratamento geralmente envolve remédios antivirais ou vacinas e, em casos extremos ou necessários, a remoção das verrugas através de cirurgia. 

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