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Cinomose: dúvidas mais comuns sobre a doença.

Trazer um cão para as nossas vidas vai muito além da “parte divertida” de ter um novo parceiro em casa, englobando também os cuidados com a saúde de um membro importantíssimo de nossas famílias. 

Assim, é preciso estar sempre de olho em nossas responsabilidades como tutores com o bem-estar deles e uma delas é garantir que o nosso cão esteja protegido contra doenças tão graves quanto a cinomose. 

O que é a cinomose? 

A cinomose é uma doença viral altamente contagiosa que atinge cães que não completaram o esquema vacinal. Ela pode afetar o animal em três diferentes níveis, atingindo: o sistema respiratório, gastrointestinal ou neurológico do cachorro. Ela não possui cura e não pode ser transmitida para outros animais, como gatos, ou seres humanos. 

Como é feita a transmissão da cinomose? 

O vírus da cinomose é transmitido via aérea ou por meio de secreções de outro cão infectado. Uma vez instalado no organismo do animal, o vírus pode ficar de cinco a sete dias inativo antes de começar a se manifestar. 

Vale lembrar que o menor contato com o vírus já é mais do que suficiente para contaminar o cão. Ou seja, se ele passear por áreas em que animais contaminados passaram ou até mesmo compartilhar algum objeto onde os cães doentes já eliminaram o vírus, esse cachorro possui alto risco de contrair a doença. 

Quais são os sintomas da cinomose? 

Os principais sintomas que um cão com cinomose pode apresentar são: 

  • Apatia;
  • Perda de apetite;
  • Diarreia; 
  • Vômito; 
  • Febre; 
  • Secreções oculares em grande quantidade (remela);
  • Secreções nasais (pus); 
  • Paralisia;
  • Convulsões;
  • Tiques nervosos; 
  • Falta de coordenação motora. 

Há tratamento para a cinomose? 

Atualmente, não há medicamentos que combatam a doença. Assim, o tratamento da cinomose em cães consiste em amenizar os sintomas causados no organismo do animal doente. Dentre eles, temos: 

  • Anticonvulsivantes para crises convulsivas; 
  • Fluidoterapia para desidratação fruto de problemas gastrointestinais; 
  • Antibióticos e antipirético para as infecções secundárias;
  • Expectorantes, bronco-dilatadores e antieméticos para problemas respiratórios;
  • Suplementos nutricionais para melhoria da resposta imunológica do cão.
  • Fisioterapia e acupuntura para auxiliar na coordenação motora, aliviar tremores e crises convulsivas.  

Como prevenir a cinomose? 

Felizmente, a prevenção da doença pode ser feita por meio da vacinação do filhote com todas as doses da V8, V10 ou V11. 

Além disso, apenas após a última dose que o cão está liberado para passeios pela vizinhança, quando estará apto para combater o vírus no caso de entrar em contato com ele, seja por via aérea ou direta. 

Vacinação com o plano de saúde

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